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BTB 48: Processamento com a Sanders Logging

A BTB conversa com Harry Sanders III, de 26 anos, para saber como estão as coisas com seu novo processador Tigercat H250D.

— Samantha Paul

Feedback sobre o H250D da Tigercat

No verão passado, a Sanders Logging adquiriu o primeiro pacote de processador H250D Tigercat e cabeçote de colheita 575 vendido na Geórgia. Lenhador de terceira geração, Harry Sanders trabalha na empresa familiar há pouco mais de três anos. Ele é formado em engenharia florestal pela Universidade da Geórgia e trabalha no setor de silvicultura desde que tinha apenas treze anos de idade. Harry ama o que faz e é muito apaixonado pelo setor. Ele faz parte do Young Alumni Committee (Comitê de Jovens Alunos) da Warnell School of Forestry (Escola de Silvicultura de Warnell) da Universidade da Geórgia, do conselho de diretores da Câmara de Comércio do Condado de Bleckley e do Comitê de Líderes Emergentes da Associação de Silvicultura da Geórgia.

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O que despertou sua vontade de comprar um processador para sua operação?

Compramos o processador por causa da fábrica para a qual transportamos. Transportamos para a Interfor, uma empresa canadense que está se expandindo na Geórgia. Eles têm sete fábricas na Geórgia e estão integrando seus sistemas, mudando o que eles têm na Colúmbia Britânica para o que temos aqui. E para ser produtivo e eficiente, o processador era a melhor solução. Achávamos que poderíamos maximizar o processo, foi quando começamos a estudá-lo. Desde o começo, eu sabia que queria uma carregadeira Tigercat. Eu só não sabia qual seria o tipo de cabeçote de processamento.

Você conhecia mais alguém na área com um cabeçote de processamento Tigercat?

Não há muitos cabeçotes de processamento Tigercat no sudeste dos Estados Unidos. Acho que há dois em Arkansas. Peguei os números de telefone daqueles caras e liguei para saber mais sobre a experiência deles.

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O processador H250D da Tigercat em funcionamento.

Então você já tinha se definido pela carregadeira Tigercat. Como você se decidiu pelo pacote completo, com o cabeçote de processamento da Tigercat?

Na Tidewater Demo do ano passado, conversei com alguns engenheiros (da Tigercat) sobre os vários cabeçotes de processamento usados no sul dos EUA. Mais tarde, durante o jantar, um dos engenheiros com quem conversei trouxe o Sr. Ken para discutir a ideia de construir um cabeçote de processamento Tigercat para o sul. No dia seguinte, a Tidewater e a Tigercat fizeram uma reunião de gerenciamento, na qual a ideia foi levantada e discutida em detalhes. A Tidewater ligou mais tarde naquele dia e disse: “Vamos construir um e vamos trazê-lo para o sul”. Fiquei feliz por ter a oportunidade de ser o primeiro a testá-lo. Na minha cabeça, eu sabia que iria comprá-lo. Na segunda-feira seguinte recebi um pacote com detalhes sobre as especificações da máquina. Eu estava muito ansioso.

 

SOU UMA PESSOA COMPETITIVA, ENTÃO ACEITEI O DESAFIO E ME PREPAREI PARA FAZER O QUE FOSSE NECESSÁRIO.

— Harry Sanders III, vice-presidente, Sanders Logging

 

Vista traseira do processador H250D da Tigercat

Quando a máquina foi entregue?

A máquina foi entregue em agosto. Uns dois meses depois do telefonema, aconteceu a cerimônia dos 25 anos da Tigercat. A Tiderwater me convidou e eu vi o cabeçote e a carregadeira sendo construídos. Nesse dia, eu disse a mim mesmo que era um fã da Tigercat. Vi a sua equipe em ação e fiquei muito impressionado. Eu realmente acredito nos valores fundamentais da Tigercat. Gosto da forma como a Tigercat se posiciona.” É semelhante à maneira como meu pai me educou, e é assim que operamos nossos negócios. Eu pude ver e sentir a paixão durante a minha visita. Fiquei impressionado com todo mundo. Parecia que todo mundo realmente gostava do que estava fazendo, desde o pessoal da pintura até a equipe de projeto de máquinas. Eu me senti em casa. Sou de uma cidade pequena, então esse sentimento foi significativo. Mais 60 dias se passaram e a máquina foi entregue para mim na Geórgia.

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O QUE ME FEZ SENTIR MELHOR FOI O FATO DE VÁRIOS FUNCIONÁRIOS DA TIGERCAT ME ACOMPANHAREM POR CERCA DE TRÊS SEMANAS.

— Harry Sanders III

 

 

A curva de aprendizado foi muito grande para você e sua equipe?

Eu estava um pouco preocupado. Nunca tinha trabalhado com um processador. Além disso, não tinha tido tempo de aprender. Por isso fiquei bastante nervoso. Mas o que me fez sentir melhor foi o fato de vários funcionários da Tigercat me acompanharem por cerca de três semanas.

A Tigercat tinha quatro representantes no início da operação: Devin Snively, representante de manutenção em Ailey, Geórgia; Gary MacDonald, representante de suporte ao produto na Nova Escócia; Blaine MacDonald, suporte ao produto especializado em colheita e cabeçotes de processamento em Alberta; e Pierre Fortin, representante de manutenção em Brantford, Ontário. Coletivamente, a equipe ajudou Harry a entender o cabeçote, treinou-o para operá-lo, forneceu suporte técnico e otimizou a programação para se adequar à aplicação.

Eu tive muito apoio e isso foi tranquilizador. Eu tinha certeza de que o produto seria bom. Eu só tinha que fazê-lo funcionar quando chegasse aqui. Sou uma pessoa competitiva, então aceitei o desafio e me preparei para fazer o que fosse necessário.

Perto do Dia de Ação de Graças, a Interfor me levou para a Colúmbia Britânica para visitar algumas das suas operações madeireiras. Eles queriam que colaborássemos e compartilhássemos ideias, pois estavam operando processadores há muitos anos. O objetivo era discutir como integrar efetivamente o processador ao nosso sistema. A viagem foi várias semanas depois que eu já tinha começado a operar a máquina, mas eu aprendi muito e aprendi também o que procurar.

Um processador H250D da Tigercat com uma toraComo sua produtividade mudou desde que você adquiriu esta máquina?

Estou usando meu processador em pinheiros de 25 a 30 anos de idade, com pontas de tamanho médio de 30 a 50 cm. Dediquei cerca de 1.700 horas a ele até agora, e minha produção definitivamente aumentou. Ele está fazendo tudo que eu quero. As carregadeiras de braço articulado com desgalhadores são muito produtivas. Mas quando a fábrica exige que você corte certos comprimentos e você só tem uma janela de erro de 15 cm, não é possível ser eficiente e produtivo fazendo isso do jeito antigo, com um carregador e um desgalhador. Até certo ponto é possível, mas eu sou muito mais preciso e eficiente com o processador. “Eu estou realmente surpreso com a precisão do cabeçote. Minha produtividade é muito alta com ele, e estou realmente impressionado com a precisão.

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Outros lenhadores da área ficaram curiosos sobre a máquina?

Muitos se interessaram por ela. Quando eu operava a máquina, parecia que eu tinha fãs ao redor. Era muito estressante porque eu estava aprendendo a operá-la e todo mundo me observava.

O que você gostaria de dizer a outros jovens que podem estar considerando a extração de madeira como carreira?

É possível ganhar a vida fazendo o que fazemos. Se você ama estar ao ar livre todos os dias, é um ótimo trabalho. É um cenário diferente o tempo todo, porque estamos sempre mudando de terreno. Você tem a oportunidade de conhecer muitas pessoas ao longo dos anos e construir relacionamentos muito bons com elas.

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